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O AUP (Agile Unified Process) é uma “versão simplificada” do RUP idealizada por Scott Ambler que incorpora princípios ágeis. Assim como o OpenUP, o AUP procura balancear agilidade e controle de riscos. A grande maioria dos processos de software traz um forte acoplamento entre disciplinas, atividades, artefatos e papéis. Este desenho torna complexo ou às vezes impossível adotar uma determinada “prática” isoladamente. A partir das idéias de “separação de preocupações” do paradigma de programação por aspectos, um processo chamado EssentialUP (ou EssUP) foi desenhado como um conjunto [...] O RUP oferece uma fonte razoável de informações voltadas para a arquitetura de software como fluxo de trabalho (incluindo atividades e tarefas), conceitos, diretrizes, etc. Ao definir o ciclo de vida de desenvolvimento do software, constitui guia fundamental para arquitetos de software. Neste texto, citaremos algumas dessas diretrizes. Descoberta, Análise e Controle Arquitetural: descreve como realizar descoberta, análise [...] Métodos ágeis são, sem dúvida, excelentes paradigmas para o desenvolvimento de software. Eles possuem excelentes premissas tais como: foco na comunicação, geração de valor para os clientes e desenho orientado à mudanças; entre outros. Por outro lado, métodos mais robustos como o RUP trazem uma forte orientação por riscos através da decomposição do processo em [...] Conforme abordamos anteriormente, o OpenUP é uma derivação do Processo Unificado e, assim como este, é centrado na arquitetura de software. Ao mesmo tempo que aplica os princípios do ciclo de vida do RUP, o OpenUP adota uma “filosofia pragmática e ágil que foca no colaboração natural” para o desenvolvimento do software. Em muitas ocasiões, apenas um arquiteto de software não é capaz de atender às necessidades do projeto. Faz-se então necessário formar um time de arquitetura com dois ou mais membros. Sempre que existir a opção de compor o próprio time, o arquiteto líder deve procurar formá-lo com profissionais que julgar mais adequados para a tarefa. [...] Em um post anterior, introduzimos a aplicação do QAW (Quality Attribute Workshop), um dos métodos do SEI centrados em arquitetura. Relembrando rapidamente: QAW se destina a sistematizar a identificação de requisitos de qualidade com o engajamento dos stakeholders. Escrevi há algum tempo um post sobre o papel do arquiteto, onde discutia a necessidade do arquiteto dominar habilidades além do espectro técnico da engenharia de software. Li recentemente dois estudos ricos sobre o tema que gostaria de compartilhar neste blog. QAW (Quality Attribute Workshop) é um dos métodos centrados em arquitetura desenvolvido pelo SEI. Seu propósito é engajar os stakeholders em revelar requisitos não-funcionais relacionados a uma sistema antes da arquitetura ser desenhada. O QAW pode ser usado em aderência a outros métodos como ao complementar o ATAM ou integrar com o ADD. |
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