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	<title>Arkhi &#187; arquitetura de negócio</title>
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	<description>Arquitetura Corporativa</description>
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		<title>Domínios da Arquitetura Corporativa</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/11/29/dominios-da-arquitetura-corporativa/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[gestão em aquisição de software]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura tecnológica]]></category>

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		<description><![CDATA[A arquitetura de software pode ser entendida como um domínio da arquitetura corporativa. Inclusive, é dentro de tal contexto que o mais eficaz valor da arquitetura de software é realizado: o alinhamento com o negócio. Antes de prosseguirmos, convém definir &#8220;arquitetura corporativa&#8221;.
“A arquitetura corporativa define a coleção de capacidades de negócio, processos, serviços de negócio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura de software pode ser entendida como um domínio da arquitetura corporativa. Inclusive, é dentro de tal contexto que o mais eficaz valor da arquitetura de software é realizado: o alinhamento com o negócio. Antes de prosseguirmos, convém definir &#8220;arquitetura corporativa&#8221;.</p>
<p><em>“A arquitetura corporativa define a coleção de capacidades de negócio, processos, serviços de negócio, serviços tecnológicos e infraestrutura  de TI para realizar tais capacidades.”</em> &#8211; TOGAF</p>
<p>TOGAF (The Open Group Architecture Framework) é um dos corpos de conhecimento em arquitetura corporativa. A saber, alguns outros:</p>
<ul>
<li>Zachman: o primeiro framework de arquitetura corporativa</li>
<li>EABOK: iniciativa do governo norte americano</li>
<li>DoDAF : framework do Departamento de Defesa Norte Americano</li>
<li>MODAF: framework do Departamento de Defesa do Reino Unido</li>
</ul>
<p>A arquitetura corporativa se preocupa com as capacidades da organização, enquanto que a arquitetura de software é apenas um dos aspectos para desenvolver tais capacidades. Abaixo relacionamos o senso comum sobre os domínios da arquitetura corporativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-666 aligncenter" title="Típicos Domínios da Arquitetura Corporativa" src="http://blog.arkhi.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dominios.png" alt="Típicos Domínios da Arquitetura Corporativa" width="547" height="304" /></p>
<p>Arquitetura de negócio é composta por:</p>
<ul>
<li>estratégia, governança e organização de um negócio;</li>
<li>informação sobre os processos-chaves de negócio;</li>
<li>relacionamento entre todos estes conceitos.</li>
</ul>
<p>Arquitetura de dados é composta por:</p>
<ul>
<li>estrutura lógica e física de ativos de dados da organização;</li>
<li>recursos de gestão de dados.</li>
</ul>
<p>Arquitetura de aplicação descreve o grupo lógico das capacidades para gerenciar objetos de dados necessários para processar os dados e o negócio.</p>
<p>E, finalmente, a arquitetura tecnológica:</p>
<ul>
<li>envolve capacidades lógicas de software e hardware requeridas para suportar a implantação de serviços de negócio, dados e aplicação;</li>
<li>inclui infraestrutura de TI, middleware, redes, comunicação e padrões (standards).</li>
</ul>
<p>A arquitetura de software, ao mesmo tempo que se preocupa fortemente com a arquitetura de sistemas de informação (aplicações e dados), se relaciona diretamente com a arquitetura de negócios e arquitetura tecnológica.  O relacionamento com a arquitetura de negócio provê um alinhamento natural com o contexto organizacional, as estratégias corporativas e os processos de negócio. Além disto, a estreita ligação com a arquitetura tecnológica garante que a fundação de TI estará apta a suportar aplicações com necessidades de negócio perfeitamente endereçadas.</p>
<p>A arquitetura de software, dentro de uma abordagem corporativa, certamente terá maiores chances de transformar o software em valor real para a companhia.</p>
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		</item>
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		<title>BPM e SOA Orientado por Capacidades de Negócio</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/11/18/bpm-e-soa-orientado-por-capacidades-de-negocio/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de negócio]]></category>

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		<description><![CDATA[A prática de BPM é normalmente definida como a &#8220;modelagem, simulação, automação, monitoração e gerenciamento dos processos de negócios essenciais de uma organização&#8221;.  Esta definição guarda um conceito importante, que é a necessidade de conhecermos o que são os processos essenciais.
Uma técnica importante para descobrir quais são os processos essenciais é o uso de capacidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de BPM é normalmente definida como a &#8220;modelagem, simulação, automação, monitoração e gerenciamento dos processos de negócios essenciais de uma organização&#8221;.  Esta definição guarda um conceito importante, que é a necessidade de conhecermos o que são os processos <em>essenciais</em>.</p>
<p>Uma técnica importante para descobrir quais são os processos essenciais é o uso de <em>capacidades de negócio</em>. Uma capacidade de negócio representa uma abstração de negócio que represente a natureza de uma organização e quer normalmente requer alavancagem. Alguns exemplos para tornar concreto o nosso raciocínio poderiam incluir:</p>
<ul>
<li>A capacidade de se<em>rviços padronizadas</em> em uma franquia de sanduíches, como por exemplo o MacDonalds ou o Giraffas.</li>
<li>A capacidade de i<em>ntegração de informações </em>em uma rede logística, que necessita coordenar milhares de fornecedores, como por exemplo a rede do Pão de Açucar.</li>
<li>A capacidade de <em>planejamento do controle de produção</em> em uma linha de montagem de automóveis, com alta padronização de processos e alta integração destes processos de manufatura.</li>
<li>A capacidade de <em>agilidade na entrega de pedidos</em> na unidade de negócio de delivery de uma grande pizzaria.</li>
</ul>
<p><strong>Capacidades de Negócio &#8211; A bússola BPM</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><img class="  " title="Bussola BPM" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/53/Model_Si_Nan_of_Han_Dynasty.jpg/800px-Model_Si_Nan_of_Han_Dynasty.jpg" alt="Bússola BPM" width="560" height="374" /><p class="wp-caption-text">Oriente seus processos de negócio pelas capacidades de negócio que melhor definem a natureza da sua organização ou unidade de negócio</p></div>
<p>As capacidades de negócio definem atributos sobre um sistema empresarial e permitem expressar a natureza do negócio desta organização. Capacidades complementam a visão clássica de BPM. Enquanto o BPM responde &#8220;COMO&#8221;, as capacidades de negócio dizem &#8220;O QUE&#8221; e nos auxiliam nos motivadores de negócio &#8211; &#8220;POR QUE&#8221;.</p>
<p>Uma vez que tenhamos descoberto as capacidades de negócio, podemos focar no mapa de processos. Todo e qualquer processo que não esteja aderente a uma capacidade de negócio será descartado. Apenas os processos de negócio aderentes às capacidades de negócio serão alvo do nosso esforço BPM. Esta iniciativa pragmática permite focar e saber que o nosso esforço será eficaz.</p>
<p>Para os praticantes de SOA, as capacidades de negócio criam um caminho confiável e assertivo para as integrações sistêmicas e automações de processos de negócio.</p>
<p>Para os interessados, um artigo introdutório a respeito está disponível aqui no <a title="Capacidades de Negócio como Habilitador SOA" href=".microsoft.com/en-us/architecture/aa699435.aspx" target="_blank">Microsoft Architecture Journal</a>. Para os realmente interessados, um artigo sobre o modelo de engajamento de TI às capacidades de negócio de uma organização baseado no excelente trabalho de <a title="Entrevista com Jeanne Ross" href="http://mitsloan.mit.edu/faculty/spotlight/ross.php" target="_blank">Jeanne Ross</a> está disponível <a title="Enterprise Architecture as IT Strategy" href="http://www.schoolcio.com/showarticle/870" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Para saber mais sobre arquitetura de software, estude sobre arquiteturas de negócio</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/07/08/para-saber-mais-sobre-arquitetura-de-software-estude-sobre-arquiteturas-de-negocio/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 13:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>

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		<description><![CDATA[Arquitetos de software de verdade investem grande parte do seu aprendizado em técnicas arquiteturais. Exemplos destas técnicas incluem o modelo de visualização 4+1 de Kruchten, processos de software, os modelos SEI QAW, ATAM, CBAM, V&#38;B e ADD, os modelos de requisitos FURPS+, ISO 9126, ISO SQUARE, as recomendações arquiteturais da norma IEEE 1471, técnicas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Arquitetos de software de verdade</em> investem grande parte do seu aprendizado em técnicas arquiteturais. Exemplos destas técnicas incluem o modelo de visualização 4+1 de Kruchten, processos de software, os modelos SEI QAW, ATAM, CBAM, V&amp;B e ADD, os modelos de requisitos FURPS+, ISO 9126, ISO SQUARE, as recomendações arquiteturais da norma IEEE 1471, técnicas de liderança de times e mesmo modelos de arquiteturas corporativas como o TOGAF ou o Zachman Framework.</p>
<p>A notícia boa é que este corpo de conhecimento técnico permite que o arquiteto projete, elicite requisitos, modele, experimente, prove conceitos com código, acompanhe a sua equipe e edifique toda a arquitetura técnica de um produto.</p>
<p>A notícia ruim é que mesmo este corpo gigantesco não garante o bem mais esperado de uma arquitetura de software, que é o alinhamento às estratégias de uma organização.</p>
<p>A notícia pragmática, então, é uma arquitetura de software somente deve existir para servir à uma arquitetura de nível superior, chamada de arquitetura de negócio. A arquitetura de negócio não é um super-conjunto da arquitetura de software. Ela é apenas uma arquitetura que existe em outro plano.</p>
<p>Uma arquitetura de negócio é uma macro-organização que descreve o modelo operacional de uma organização, suas áreas de negócio, seus processos de negócio nucleares e os seus atores de negócio.</p>
<p>Para tornar o concreto o nosso raciocínio, uso como exemplo o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Enhanced_Telecom_Operations_Map">eTOM </a>dentro so segmento de TELECOM. o eTOM é um guia com a descrição dos processos de negócio para um provedor de serviços de telecomunicações.</p>
<p>Um outro exemplo concreto é o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SCOR">SCOR</a>, modelo de referência para empresas que possuam complexas cadeias de fornecimento (supply-chains).</p>
<p>Um terceiro exemplo, dentro do governo Brasileiro, é a <a href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/NT_Empresa%20de%20Refer%C3%AAncia.pdf">empresa de referência da ANEEL</a>. Esta empresa de referência serve como modelo operacional para qualquer concessionária de distribuição de energia elétrica, descrita no documento supracitado através de um conjunto de motivadores de negócio, processos de negócio, regras de negócio e modelo organizacional.</p>
<p>Um quarto exemplo é o ITIL, que é uma arquitetura de negócio para operações e serviços de TI.</p>
<p>Ao saber mais do contexto onde atuamos como arquitetos, podemos escolher entre soluções técnicas mais adequadas e coerentes. Podemos usar melhor os recursos escassos da TI e gerar mais valor de negócio para estas empresas.</p>
<p>Para se tornar um melhor arquiteto e saber mais sobre arquiteturas de software, estude mais as arquiteturas de negócio das verticais de atuação da sua empresa.</p>
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