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	<title>Arkhi &#187; arquitetura de software</title>
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	<description>Arquitetura Corporativa</description>
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		<title>Domínios da Arquitetura Corporativa</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/11/29/dominios-da-arquitetura-corporativa/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[gestão em aquisição de software]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura tecnológica]]></category>

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		<description><![CDATA[A arquitetura de software pode ser entendida como um domínio da arquitetura corporativa. Inclusive, é dentro de tal contexto que o mais eficaz valor da arquitetura de software é realizado: o alinhamento com o negócio. Antes de prosseguirmos, convém definir &#8220;arquitetura corporativa&#8221;.
“A arquitetura corporativa define a coleção de capacidades de negócio, processos, serviços de negócio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura de software pode ser entendida como um domínio da arquitetura corporativa. Inclusive, é dentro de tal contexto que o mais eficaz valor da arquitetura de software é realizado: o alinhamento com o negócio. Antes de prosseguirmos, convém definir &#8220;arquitetura corporativa&#8221;.</p>
<p><em>“A arquitetura corporativa define a coleção de capacidades de negócio, processos, serviços de negócio, serviços tecnológicos e infraestrutura  de TI para realizar tais capacidades.”</em> &#8211; TOGAF</p>
<p>TOGAF (The Open Group Architecture Framework) é um dos corpos de conhecimento em arquitetura corporativa. A saber, alguns outros:</p>
<ul>
<li>Zachman: o primeiro framework de arquitetura corporativa</li>
<li>EABOK: iniciativa do governo norte americano</li>
<li>DoDAF : framework do Departamento de Defesa Norte Americano</li>
<li>MODAF: framework do Departamento de Defesa do Reino Unido</li>
</ul>
<p>A arquitetura corporativa se preocupa com as capacidades da organização, enquanto que a arquitetura de software é apenas um dos aspectos para desenvolver tais capacidades. Abaixo relacionamos o senso comum sobre os domínios da arquitetura corporativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-666 aligncenter" title="Típicos Domínios da Arquitetura Corporativa" src="http://blog.arkhi.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dominios.png" alt="Típicos Domínios da Arquitetura Corporativa" width="547" height="304" /></p>
<p>Arquitetura de negócio é composta por:</p>
<ul>
<li>estratégia, governança e organização de um negócio;</li>
<li>informação sobre os processos-chaves de negócio;</li>
<li>relacionamento entre todos estes conceitos.</li>
</ul>
<p>Arquitetura de dados é composta por:</p>
<ul>
<li>estrutura lógica e física de ativos de dados da organização;</li>
<li>recursos de gestão de dados.</li>
</ul>
<p>Arquitetura de aplicação descreve o grupo lógico das capacidades para gerenciar objetos de dados necessários para processar os dados e o negócio.</p>
<p>E, finalmente, a arquitetura tecnológica:</p>
<ul>
<li>envolve capacidades lógicas de software e hardware requeridas para suportar a implantação de serviços de negócio, dados e aplicação;</li>
<li>inclui infraestrutura de TI, middleware, redes, comunicação e padrões (standards).</li>
</ul>
<p>A arquitetura de software, ao mesmo tempo que se preocupa fortemente com a arquitetura de sistemas de informação (aplicações e dados), se relaciona diretamente com a arquitetura de negócios e arquitetura tecnológica.  O relacionamento com a arquitetura de negócio provê um alinhamento natural com o contexto organizacional, as estratégias corporativas e os processos de negócio. Além disto, a estreita ligação com a arquitetura tecnológica garante que a fundação de TI estará apta a suportar aplicações com necessidades de negócio perfeitamente endereçadas.</p>
<p>A arquitetura de software, dentro de uma abordagem corporativa, certamente terá maiores chances de transformar o software em valor real para a companhia.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigo sobre gestão em arquitetura de software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/08/26/artigo-sobre-gestao-em-arquitetura-de-software/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/08/26/artigo-sobre-gestao-em-arquitetura-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 13:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças ao lembrete do Adriano Tavares, informamos que Marco Aurélio e eu publicamos o artigo &#8220;Ciclo de Vida da Gestão em Arquitetura de Software&#8221; na edição 14 da Engenharia de Software Magazine.
Atualmente a Engenharia de Software Magazine só está disponível para assinatura digital. Havendo algum interesse pelo artigo, deixe seu comentário.
Obrigado, Adriano!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graças ao lembrete do <a href="http://pangeanet.org/profile/adrianotavares">Adriano Tavares</a>, informamos que Marco Aurélio e eu publicamos o artigo <a href="http://www.devmedia.com.br/articles/viewcomp.asp?comp=13253">&#8220;Ciclo de Vida da Gestão em Arquitetura de Software&#8221;</a> na edição 14 da <a href="http://www.devmedia.com.br/assgold/listmag.asp?site=48">Engenharia de Software Magazine</a>.</p>
<p>Atualmente a Engenharia de Software Magazine só está disponível para assinatura digital. Havendo algum interesse pelo artigo, deixe seu comentário.</p>
<p>Obrigado, Adriano!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fowler sobre Agilidade com Arquitetura de Software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/06/30/fowler-sobre-agilidade-com-arquitetura-de-software/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/06/30/fowler-sobre-agilidade-com-arquitetura-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:11:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[ágil]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo discutimos sobre o aparente conflito entre arquitetura de software e métodos ágeis. Uma interessante e recente apresentação de Martin Fowler e Rebecca Parsons enfatiza os benefícios dos conceitos ágeis para a arquitetura de software. São 45 minutos da sua vida bem investidos  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo discutimos sobre o aparente conflito entre <a href="http://blog.arkhi.com.br/2009/04/13/agilidade-versus-arquitetura-de-software/">arquitetura de software e métodos ágeis</a>. Uma interessante e recente <a href="http://www.infoq.com/presentations/agilists-and-architects">apresentação de Martin Fowler e Rebecca Parsons</a> enfatiza os benefícios dos conceitos ágeis para a arquitetura de software. São 45 minutos da sua vida bem investidos <img src='http://blog.arkhi.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Palestra &#8220;O Arquiteto de Software em Projetos JEE&#8221;</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/06/21/arquiteto-de-software-em-projetos-jee/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/06/21/arquiteto-de-software-em-projetos-jee/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 19:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteto de software]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[JEE]]></category>

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		<description><![CDATA[Tivemos a oportunidade de palestrar sobre arquitetura de software no evento MGJUG Tech Meeting, em 20/06/2009, no campus do UNI-BH. Segue apresentação.
Arquiteto de Software em Projetos JEE
View more OpenOffice presentations from eros.viggiano.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tivemos a oportunidade de palestrar sobre arquitetura de software no evento <a href="https://mgjug.dev.java.net/">MGJUG</a> Tech Meeting, em 20/06/2009, no campus do <a href="http://www.unibh.br/">UNI-BH</a>. Segue apresentação.</p>
<div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1616333"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/eros.viggiano/arquiteto-de-software-em-projetos-jee?type=powerpoint" title="Arquiteto de Software em Projetos JEE">Arquiteto de Software em Projetos JEE</a><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=arquiteto-jee-slideshareeros-viggiano-090621141210-phpapp01&#038;stripped_title=arquiteto-de-software-em-projetos-jee" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=arquiteto-jee-slideshareeros-viggiano-090621141210-phpapp01&#038;stripped_title=arquiteto-de-software-em-projetos-jee" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">OpenOffice presentations</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/eros.viggiano">eros.viggiano</a>.</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Estabelecendo a estratégia arquitetural</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/21/estabelecendo-a-estrategia-arquitetural/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 23:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Entendemos que o arquiteto de software é o estrategista técnico do produto de software. O arquiteto de software (ou time de arquitetura) deve ser capaz de estabelecer, planejar e executar uma estratégia técnica para o software para atingir a visão do produto. Neste post, iremos discutir sobre o desenvolvimento da estratégia arquitetural.
Há algum tempo discutimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entendemos que o arquiteto de software é o estrategista técnico do produto de software. O arquiteto de software (ou time de arquitetura) deve ser capaz de estabelecer, planejar e executar uma estratégia técnica para o software para atingir a visão do produto. Neste post, iremos discutir sobre o desenvolvimento da estratégia arquitetural.</p>
<div id="attachment_567" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/04/estrategia-arquitetural3.png"><img class="size-full wp-image-567" title="estrategia-arquitetural3" src="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/04/estrategia-arquitetural3.png" alt="Do desenvolvimento da estratégia à execução" width="600" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">Do desenvolvimento da estratégia à execução</p></div>
<p>Há algum tempo discutimos sobre a necessidade de <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2009/01/24/a-primeira-atividade-de-um-arquiteto-de-software-em-projetos-de-ti/">definir uma visão da arquitetura do software</a>, isto é, onde a arquitetura pretende chegar e como ela irá contribuir para concretizar a visão do produto. A visão arquitetural declara os objetivos pretendidos com a arquitetura. Também é interessante que a visão contemple <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2009/01/29/principios-arquiteturais/">princípios arquiteturais</a> a serem seguidos, norteando os arquitetos e disciplinando suas atividades. A visão deve ser suficiente para provar que a equipe é capaz de desenvolver o projeto e conseguir o patrocínio.</p>
<p> </p>
<p>Em seguida, convém que o time de arquitetura realize uma análise estratégica e descubra quais são as questões-chave para a arquitetura &#8211; as quais chamaremos de diretrizes arquiteturais. O time deve promover discussões com os stakeholders, investigando os interesses envolvidos, e analisar o contexto do projeto e organizacional de forma a revelar todas as forças quem podem influenciar o produto. Nesta análise, é imprescindível identificar e tratar riscos técnicos &#8211; cuja mitigação deve envolver o gerente do projeto. Invariavelmente o contexto dos projetos de desenvolvimento de software é permeado por oportunidades e ameaças como, por exemplo, prazos políticos, restrições tecnológicas, expertise do time de desenvolvimento, patrocínio, etc. Ao final desta atividade, o time deve contar com um conjunto de diretrizes arquiteturais. Ou, até mesmo, indicar que um projeto é inviavel tecnicamente dentro de tal contexto.</p>
<p>De posse das diretrizes arquiteturais, o time de arquitetura deve formular a estratégia. Atualmente a formulação de uma estratégia arquitetural pode ser considerada uma arte, dependendo muito da experiência da equipe. De uma forma geral, é importante identificar uma estratégia que atenda às diretrizes. Ao formular a estratégia, o arquiteto de software ou o time de arquitetura deve levar em consideração as experiências pregressas e se perguntar &#8220;qual estratégia melhor poderá responder às diretrizes arquiteturais?&#8221;  Estilos e padrões arquiteturais, sejam públicos ou de conhecimento do arquiteto, podem conduzir a escolha pois aproveitam experiências bem sucedidas. O principal produto desta atividade é a escolha dos principais mecanismos arquiteturais seguida de orientações sobre como desenvolvê-los.</p>
<p>O planejamento da definição arquitetural permite que a estratégia seja traduzida em ações culminando em um plano detalhado. O plano de definição arquitetural organiza a decomposição dos subsistemas, módulos ou componentes do sistema de software. Este plano deve ser fomentar à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wbs">Estrutura Analítica do Projeto</a> (EAP ou WBS, em inglês), auxiliando o gerente de projeto à organizar as atividades de um <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2009/01/22/projetos-dirigidos-por-arquiteturas-de-software-o-diretor-e-o-produtor-de-software/">projeto dirigido pela arquitetura</a>.</p>
<p>Enfim, a execução da estratégia arquitetural é caracterizada pelas atividades de gestão de requisitos arquiteturais, modelagem arquitetural e avaliação de arquiteturas. Note que o ciclo formado tem forte relação com o ciclo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/PDCA">PDCA</a>. Na execução, o emprego de táticas arquiteturais &#8211; sejam de mercado, acadêmicas ou conhecidas pelo arquiteto &#8211; consolida a definição arquitetural. Mas isto já é uma outra (longa) história&#8230;</p>
<div id="attachment_557" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/04/planejamento-execucao.png"><img class="size-medium wp-image-557" title="planejamento-execucao" src="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/04/planejamento-execucao.png?w=300" alt="Planejamento e execução arquiteturais" width="300" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Planejamento e execução arquiteturais</p></div>
<p>Referências:</p>
<ol>
<li><a href="http://goliath.ecnext.com/coms2/gi_0199-1648156/Michael-Porter-What-is-Strategy.html">What is Strategy?</a> - Michael Porter</li>
<li><a href="http://www.thepalladiumgroup.com/ABOUT/Pages/ExecutionPremium.aspx">The Execution Premium</a> &#8211; Kaplan e Norton </li>
<li><a href="http://www.bredemeyer.com/pdf_files/vision_input.pdf">Creating An Architectural Vision</a> &#8211; Malan e Bredemeyer</li>
<li><a href="http://www.gaudisite.nl/CustomerObjectivesViewPaper.pdf">The customer objectives view</a> &#8211; Gerrit Muller</li>
<li><a href="http://www.gaudisite.nl/SystemArchitectureBook.pdf">System Architecting</a> &#8211; Gerrit Muller</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma trilha de estudos iniciais para arquitetura de software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/14/uma-trilha-de-estudos-iniciais-para-arquitetura-de-software/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 19:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[iniciante]]></category>
		<category><![CDATA[trilha de estudo]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja em sala de aula ou no trabalho, frequentemente alguém nos solicita um trilha de estudos em arquitetura de software. Longe de ter a presunção de conhecer O caminho certo, tentamos montar um pequeno guia de estudo inicial para arquitetura de software. Pessoas com aspirações diversas tem diferentes necessidades e sugerimos que cada um avalie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja em sala de aula ou no trabalho, frequentemente alguém nos solicita um trilha de estudos em arquitetura de software. Longe de ter a presunção de conhecer<strong> O </strong>caminho certo, tentamos montar um pequeno guia de estudo inicial para arquitetura de software. Pessoas com aspirações diversas tem diferentes necessidades e sugerimos que cada um avalie o que melhor lhe cabe. De uma forma geral, recomendamos iniciar com as seguintes fontes:</p>
<ol>
<li>Trilogia de arquitetura de software do SEI:
<ul>
<li><strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/sw-arch-practice-second-edition.html">Software Architecture in Practice</a></strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/sw-arch-practice-second-edition.html"> (2nd Edition)</a></li>
<li><strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/eval-sw-arch.html">Evaluating Software Architectures</a></strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/eval-sw-arch.html">: Methods and Case Studies</a></li>
<li><strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/documenting-sw-arch.html">Documenting Software Architectures</a></strong><a href="http://www.sei.cmu.edu/publications/books/engineering/documenting-sw-arch.html">: Views and Beyond</a> (recomendamos esperar a segunda edição, a ser lançada ainda neste ano).</li>
</ul>
</li>
<li><strong><a href="http://www.viewpoints-and-perspectives.info/index.php?page=book">Software Systems Architecture</a></strong><a href="http://www.viewpoints-and-perspectives.info/index.php?page=book">: Working With Stakeholders Using Viewpoints and Perspectives</a> &#8211; de Nick Rozanski e Eóin Woods </li>
<li>Livros e artigos do site do <strong><a href="http://www.gaudisite.nl/">Gaudí System Architecting</a></strong>, mantido por Gerrit Muller.</li>
<li>Artigos do site de Dana <a href="http://www.bredemeyer.com/">Bredemeyer</a>.</li>
<li><a href="http://blogs.msdn.com/jmeier/">Blog de J. D. Meyer</a> </li>
<li>Família POSA. Para começar economizando, opte pelo Volume 4 e dispense o Volume 1. <strong><a href="http://www.amazon.com/Pattern-Oriented-Software-Architecture-Distributed-Computing/dp/0470059028">Pattern-Oriente​d Software Architecture Volume 4</a></strong>: A Pattern Language for Distributed Computing (v. 4) &#8211; Frank Buschmann (Author), et al.</li>
<li><strong><a href="http://www.amazon.com/Art-Systems-Architecting-Third-Engineering/dp/1420079131/">The Art of Systems Architecting</a></strong><a href="http://www.amazon.com/Art-Systems-Architecting-Third-Engineering/dp/1420079131/">, Third Edition</a> &#8211; Mark W. Maier e Eberhardt Rechtin</li>
<li><strong><a href="http://www.amazon.com/Software-Architecture-Perspectives-Emerging-Discipline/dp/0131829572">Software Architecture: Perspectives on an Emerging Discipline</a></strong> - Mary Shaw e David Garlan</li>
</ol>
<p>Criei uma lista bem completa e que vai muito além do iniciante está disponível em uma <a href="http://www.amazon.com/wishlist/1YDO5H3FETIJ4">wishlist da Amazon</a>. Aliás, se você passou do item 6, já venceu com louvor sua iniciação arquitetural (a prática é outro papo).</p>
<p>Se está mesmo com preguiça, muito ansioso e quer ter uma noção sobre arquitetura de software em um fim de semana, sugiro o <strong><a href="http://www.amazon.com/Essential-Software-Architecture-Ian-Gorton/dp/3540287132">Essential Software Architecture</a></strong> de Ian Gorton. Simples como sua proposta.</p>
<p>É bom lembrar que estamos nos referindo somente aos conhecimentos necessários para o desempenho das atividades técnicas da arquitetura de software. Conforme já comentamos anteriormente, o arquiteto de software deve desenvolver habilidades como, entre outras, liderança e comunicação interpessoal.</p>
<p>Gostou? Achou exagerado? Conhece outro caminho? Fique a vontade para comentar.</p>
<p>E se você começou a estudar usando esta lista, por favor, queremos saber.</p>
<p>Bons estudos!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Agilidade versus Arquitetura de Software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/13/agilidade-versus-arquitetura-de-software/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 01:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, existe uma aparente tensão entre a comunidade de praticantes de métodos ágeis e arquitetos de software ortodoxos. Os chamados agilistas entendem que os arquitetos produzem “muito papel”, enquanto que mudança nos requisitos (principalmente arquiteturais) provoca incômodo a alguns arquitetos de software em qualquer estágio do projeto. Comentaremos rapidamente alguns mitos de agilidade versus arquitetura de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, existe uma aparente tensão entre a comunidade de praticantes de métodos ágeis e arquitetos de software ortodoxos. Os chamados agilistas entendem que os arquitetos produzem “muito papel”, enquanto que mudança nos requisitos (principalmente arquiteturais) provoca incômodo a alguns arquitetos de software em qualquer estágio do projeto. Comentaremos rapidamente alguns mitos de agilidade versus arquitetura de software.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<th width="30%" valign="top">Mito</th>
<th width="20%" valign="top">Quem costuma acreditar nisto</th>
<th width="50%" valign="top">Realidade</th>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Arquitetura de software produz &#8220;muito papel&#8221;.</td>
<td valign="top">Alguns adeptos de métodos ágeis.</td>
<td valign="top">O processo de software adotado determina quais documentos são realmente necessários. Comunica-se somente o estritamente necessário.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Arquitetura de software implica   em <em><a href="http://www.agilemodeling.com/essays/bmuf.htm">big design up front</a></em> (intenção de   criar todos os modelos no início do projeto).</td>
<td valign="top">Alguns agilistas e arquitetos.</td>
<td valign="top">A arquitetura deve respeitar a   natureza do método. Em projetos ágeis, a arquitetura do software deve ser   evolutiva. </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Requisitos arquiteturais não   podem mudar a partir de um certo momento.</td>
<td valign="top">Alguns arquitetos e engenheiros de processos.</td>
<td valign="top">Métodos ágeis aceitam mudanças a qualquer momento, tendo impacto ou não sobre a arquitetura. O cliente deve sempre estar ciente das consequências de uma mudança de requisito   (arquitetural ou não)</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Softwares desenvolvidos com   métodos ágeis não tem arquitetura.</td>
<td valign="top">Ignorantes da engenharia de   software.</td>
<td valign="top">Todo software tem uma arquitetura,   independente se alguém a projetou intencionalmente ou não.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">&#8220;Arquiteto de software é somente   um novo e pomposo título que programadores pedem para ter em seus cartões.&#8221;(*) Projetos ágeis não precisam do arquiteto.</td>
<td valign="top">Alguns adeptos de métodos ágeis.</td>
<td valign="top">Vários métodos ágeis prescidem de   papéis. Mesmo que ninguém na equipe tenha o papel ou cargo de arquiteto de   software, convém planejar a arquitetura.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">Toda a arquitetura deve ser   modelada no início do projeto.</td>
<td valign="top">Alguns arquitetos de software.</td>
<td valign="top">Novamente: o arquiteto   deve respeitar a natureza do projeto. Se o método prescreve &#8220;prove com código   sempre que possível&#8221;, é interessante realizar a arquitetura em software   executável mesmo que não esteja completamente modelada.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>(*) Esta é uma resposta atribuída a Kent Beck em OOPSLA 1992, segundo Philippe Kructhen.</p>
<p>Nossa convicção é que a disciplina de arquitetura de software pode contribuir para a redução de riscos técnicos mesmo em projetos que empreguem métodos ágeis. Para tal, em primeiro lugar, os trabalhos arquiteturais devem respeitar a natureza evolutiva de tais projetos. Em segundo, deve se ater a comunicar modelos arquiteturais apenas na medida exigida pelo método. Por exemplo, se a filosofia de desenvolvimento prega abandonar diagramas após a realização no modelo através do código, o arquiteto assim deve proceder. Outra situação: caso a equipe não faça uso de ferramentas CASE ou de modelagem avançadas, o arquiteto pode considerar a modelagem coletiva usando um quadro ou <em>flip chart</em>. </p>
<p>Algumas referências:</p>
<ul>
<li>Entrevista: <a rel="bookmark" href="http://dearchitectura.wordpress.com/2009/04/12/booch-e-ambler-sobre-arquitetura-em-projetos-ageis/">Booch e Ambler sobre arquitetura em projetos ágeis</a></li>
<li>Entrevista: <a href="http://www.infoq.com/news/2008/11/paulo-merson-architecture">Paulo Merson na Infoq</a></li>
<li><a href="http://www.sei.cmu.edu/architecture/what_architects_do.pdf">What software architects do?</a> - Philippe Kruchten</li>
<li><a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/12/12/existe-arquitetura-de-software-em-projetos-xp/">Existe Arquitetura de Software em Projetos XP?</a></li>
</ul>
<div></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/13/agilidade-versus-arquitetura-de-software/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Booch e Ambler sobre arquitetura em projetos ágeis</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/12/booch-e-ambler-sobre-arquitetura-em-projetos-ageis/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/04/12/booch-e-ambler-sobre-arquitetura-em-projetos-ageis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 22:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[ágil]]></category>

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		<description><![CDATA[Este interessante vídeo registrou uma entrevista com Grady Booch e Scott Ambler no Second Life a respeito de arquiteturas em projetos ágeis. O polêmico mal-entendido sobre uma suposta incompatibilidade entre agilidade e arquitetura é tratado com elegância por eles. Vale a pena conferir!
Agile is Rational, Rational is Agile Series: Episode 2: Architecture? Agile Don&#8217;t Need [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este interessante vídeo registrou uma entrevista com Grady Booch e Scott Ambler no Second Life a respeito de arquiteturas em projetos ágeis. O polêmico mal-entendido sobre uma suposta incompatibilidade entre agilidade e arquitetura é tratado com elegância por eles. Vale a pena conferir!</p>
<p>Agile is Rational, Rational is Agile Series: <a href="http://www.facebook.com/video/video.php?v=1090941519721">Episode 2: Architecture? Agile Don&#8217;t Need No Architecture!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Software Architecture 101</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/02/07/software-architecture-101/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/02/07/software-architecture-101/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 13:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;101&#8243; é uma gíria americana para indicar conceitos básicos, derivado de disciplinas escolares fundamentais nas universidades americanas que sempre possuem o código 101.
Fizemos esta semana uma apresentação sobre conceitos básicos de arquitetura de software (requisitos arquiteturais,  modelagem, gerência de riscos, arquiteturas executáveis e métodos de validação de arquitetura). A apresentação está disponível aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;101&#8243; é uma gíria americana para indicar conceitos básicos, derivado de disciplinas escolares fundamentais nas universidades americanas que sempre possuem o código 101.</p>
<p>Fizemos esta semana uma apresentação sobre conceitos básicos de arquitetura de software (requisitos arquiteturais,  modelagem, gerência de riscos, arquiteturas executáveis e métodos de validação de arquitetura). A apresentação está disponível <a title="Introdução a Arquitetura de Software" href="http://www.marcomendes.com/ArquivosBlog/IntroducaoArquiteturaSoftware.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Tríade Vitruviana na Arquitetura de Software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2009/02/05/a-triade-vitruviana-na-arquitetura-de-software/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2009/02/05/a-triade-vitruviana-na-arquitetura-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 02:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[aspectos]]></category>
		<category><![CDATA[elementos]]></category>

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		<description><![CDATA[Como leitor do nosso blog, possivelmente deve conhecer a inspiração do nome &#8220;De Architectura&#8221;, apesar de nossa pretensão ser muito menor que a de Vitruvius. Marcus Vitruvius publicou uma obra entitulada &#8220;De Architectura&#8221;, no século I d.C., com o objetivo de compilar o conhecimento arquitetônico da época, acrescentando sua visão pessoal à disciplina e dedicando-a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como leitor do nosso blog, possivelmente deve conhecer a inspiração do nome <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/de-architectura/">&#8220;De Architectura&#8221;</a>, apesar de nossa pretensão ser muito menor que a de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Vitruvius">Vitruvius</a>. Marcus Vitruvius publicou uma obra entitulada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/De_architectura">&#8220;De Architectura&#8221;</a>, no século I d.C., com o objetivo de compilar o conhecimento arquitetônico da época, acrescentando sua visão pessoal à disciplina e dedicando-a a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Caesar_Augustus">seu patrono e imperador</a>.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_477" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/01/928905_trevi_fountain.jpg"><img class="size-full wp-image-477" title="928905_trevi_fountain" src="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2009/01/928905_trevi_fountain.jpg" alt="Fonte de Trevi - Foto de Jacqueline Fouche" width="300" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte de Trevi - Foto de Jacqueline Fouche</p></div>
<p><cite>&#8220;Todas (construções) devem possuir firmeza, utilidade e beleza.&#8221;</cite> &#8211; Marcus Vitruvius</p>
<p>A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Triade_vitruviana">tríade vitruviana</a> é composta pelos três elementos fundamentais da arquitetura: <em>firmitas </em>(estrutura), <em>utilitas </em>(utilidade) e <em>venustas </em>(estética). Através de citações da moderna arquitetura de software, apontaremos como esses elementos são igualmente aplicáveis para sistemas de software.</p>
<p><strong>Firmitas</strong></p>
<ul>
<li>“A arquitetura de software para um sistema é a estrutura do sistema que compreende elementos, relações entre eles e as propriedades visíveis de tais elementos e relações.” &#8211; Bass, Clements e Kazman</li>
<li>&#8220;Arquitetura de software é a organização fundamental de um sistema.&#8221; &#8211; IEEE 1471</li>
<li>&#8220;Arquitetura de software trata do projeto e implementação da estrutura de alto nível do software&#8221; &#8211; Philippe Krutchen, em &#8220;The &#8216;4+1&#8242; View Model of Software Architecture&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Utilitas</strong></p>
<ul>
<li>&#8220;Ela (a arquitetura de software) é o resultado da montagem de certo número de elementos arquiteturais em algumas formas bem escolhidas para satisfazer os principais requisitos de funcionalidade e performance do sistema tão bem quanto outros, os requisitos não funcionais tais quais confiabilidade, escalabilidade, portabilidade e disponibilidade.&#8221; &#8211; Philippe Kruchten, em &#8220;The &#8216;4+1&#8242; View Model of Software Architecture&#8221;</li>
<li>&#8220;A arquitetura de software também envolve: funcionalidade, usabilidade, superação, performance, reuso, facilidade de compreensão, restrições econômicas e tecnológicas (&#8230;)&#8221;- Grady Booch</li>
<li>&#8220;As opções de design devem estar associadas aos requisitos, tanto funcionais quanto suplementares, e a outras restrições.&#8221; &#8211; RUP</li>
</ul>
<p><strong>Venustas</strong></p>
<ul>
<li>&#8220;A arquitetura de software também envolve (&#8230;) preocupações estéticas.&#8221;- Grady Booch</li>
<li>&#8220;(Sobre a) Beleza: Elegância não é uma aproximação para encontrar uma solução para um problema, é a etiqueta que nos colamos na solução ótima. Elegância é fazer mais com menos. Elegância significa simplicidade e menos código novo. Uma solução elegante resolve o problema inteiro. [Fisher &amp; Gipson]&#8221; &#8211; Grady Booch</li>
<li>&#8220;Está claro que o critério estético participa de um papel determinante na coesão e composição do software (&#8230;) Além disso, aparentemente há uma notável interação entre o desenho do software e o software de desenho &#8211; e que esta autorreferência posteriormente é dirigida pela necessidade da estruturação estética de sistema de operações computacionais.&#8221; &#8211; IS-MCA</li>
</ul>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.booch.com/architecture/blog/artifacts/Software%20Architecture.ppt">Apresentação de Grady Booch sobre Arquitetura de Software</a></li>
<li><a href="http://www.informit.com/store/product.aspx?isbn=0321154959">&#8220;Software Architecture in Practice&#8221;</a>, Bass, Clements e Kazman</li>
<li>Philippe Kruchten, em <a href="http://www.computer.org/portal/cms_docs_ieeecs/ieeecs/images/IBM_Rational/FINAL.SW.V12N6.42.pdf">&#8220;The &#8216;4+1&#8242; View Model of Software Architecture&#8221; </a></li>
<li><a href="http://www.ibm.com/software/awdtools/rup/">IBM Rational Unified Process</a> 7.2</li>
<li><a href="http://www.iso-architecture.org/ieee-1471/">IEEE 1471 Website</a></li>
<li><a href="http://www.rci.rutgers.edu/~mleyton/ISMA.htm">IS-MCA &#8211; International Society for MATHEMATICAL AND COMPUTATIONAL AESTHETICS </a></li>
<li><a href="http://penelope.uchicago.edu/Thayer/L/Roman/Texts/Vitruvius/1*.html">Primeiro livro de Vitruvius (latim)</a></li>
<li><a href="http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Roman/Texts/Vitruvius/1*.html">Primeiro livro de Vitruvius (inglês)</a></li>
</ul>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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