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	<title>Arkhi &#187; processo</title>
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	<description>Arquitetura Corporativa</description>
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		<title>Arquitetura Ágil com o AUP</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/20/arquitetura-agil-com-o-aup/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/20/arquitetura-agil-com-o-aup/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 10:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[ágil]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[AMDD]]></category>
		<category><![CDATA[AUP]]></category>
		<category><![CDATA[método]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[software architecture]]></category>
		<category><![CDATA[TDD]]></category>

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		<description><![CDATA[O AUP (Agile Unified Process) é uma &#8220;versão simplificada&#8221; do RUP idealizada por Scott Ambler que incorpora princípios ágeis. Assim como o OpenUP, o AUP procura balancear agilidade e controle de riscos.
As práticas do AUP se baseiam em técnicas ágeis como, como exemplo, Test Driven Development (TDD), Agile Model Driven Development (AMDD), Agile Change Management, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.ambysoft.com/unifiedprocess/agileUP.html">AUP (Agile Unified Process)</a> é uma &#8220;versão simplificada&#8221; do <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/10/30/as-atividades-de-arquitetura-do-processo-unificado/">RUP</a> idealizada por Scott Ambler que incorpora princípios ágeis. Assim como o <a title="OpenUP" href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/11/09/as-atividades-de-arquitetura-do-openup/">OpenUP</a>, o AUP procura balancear <a title="OpenUP - Agilidade, Controle de Riscos e Disciplina Arquitetural" href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/11/09/openup-agilidade-controle-de-riscos-e-disciplina-arquitetural/">agilidade e controle de riscos</a>.</p>
<p>As práticas do AUP se baseiam em técnicas ágeis como, como exemplo, <a href="http://www.agiledata.org/essays/tdd.html">Test Driven Development (TDD)</a>, <a href="http://www.agilemodeling.com/essays/amdd.htm">Agile Model Driven Development (AMDD)</a>, <a href="http://www.agilemodeling.com/essays/changeManagement.htm">Agile Change Management</a>, <a href="http://www.agiledata.org/essays/databaseRefactoring.html">Database Refactoring</a> e <a href="http://www.agilemodeling.com/essays/agileArchitecture.htm">Agile Architecture</a>. Além disso, a filosofia do AUP parte dos seguintes princípios:</p>
<ol>
<li>A equipe sabe o que está fazendo.</li>
<li>Simplicidade.</li>
<li>Agilidade.</li>
<li>Foco em atividades de alto valor.</li>
<li>O processo será personalizável conforme as necessidades de quem o usa.</li>
</ol>
<p>O AUP concentra as atividades de análise, desenho e requisitos em uma única disciplina conhecida por Modelagem. Exatamente por interessar ao tema de Arquitetura de Software, nos concentraremos nessa disciplina. Afinal, como o AUP orienta o trabalho de arquitetura?</p>
<p>Arquitetura Ágil é o conceito que permeia o trabalho arquitetural. Para Ambler, a arquitetura é um dos fatores que, assim como no <a href="http://www.enterpriseunifiedprocess.com/">EUP</a>, permitem escalar o desenvolvimento de software sem perder o caráter ágil. De uma forma geral, a proposta da Arquitetura Ágil, assim como várias outras práticas propostas por Ambler, é dirigida pelo conceito de <em>bom o suficiente </em>(nossa tradução contextualizada para <em><a title="Just Barely Good Enough" href="http://www.agilemodeling.com/essays/barelyGoodEnough.html">Just Barely Good Enough</a> </em>ou JBGE). Nenhum excesso é cometido e procura-se sempre obter a melhor relação valor/tempo. Não significa que os modelos devam ser ruins ou o trabalho negligenciado &#8211; apenas destaca-se que uma atividade não precisa ser executada até a perfeição do produto e, sim, apenas o suficiente para a otimização do esforço.</p>
<p>Da mesma forma que o RUP e o EUP, o AUP propõe a evolução da arquitetura ao longo de duas fases. Na Iniciação, obtém-se uma arquitetura de alto nível, levando em consideração os requisitos técnicos. O objetivo é identificar uma estratégia arquitetural viável capaz de oferecer insumos ao planejamento do projeto e ao cálculo de esforços (lembre-se, o UP é dirigido pela arquitetura). Nesse momento, o diagrama recomendado mais importante é o esboço do modelo de implantação.</p>
<p>Já na Elaboração, o objetivo é refinar a arquitetura até atingir sua estabilidade. A modelagem da arquitetura é dirigida aos maiores riscos técnicos identificados. Tipicamente, protótipos são construídos para provar alguns aspectos da arquitetura. O principal objetivo dessa fase é a arquitetura estável, comprovada através da implementação dos requisitos estruturalmente críticos.</p>
<p>Historicamente, o AUP foi derivado da compreensão e refinamento dos princípios e valores expostos no livro <a href="http://www.ambysoft.com/books/agileModeling.html">Modelagem Ágil (Agile Modeling)</a>, quando Scott Ambler demonstra a possível aplicação da Modelagem Ágil através do RUP. O AUP, influenciado por métodos populares como o XP, RUP e EUP, foi um dos primeiros processos a tentar convergir conceitos do UP e técnicas ágeis Por sua vez, o AUP influenciou fortemente outros processos mais recentes como o notável OpenUP.</p>
<p>Para mais informações:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.ambysoft.com/unifiedprocess/agileUP.html">The Agile Unified Process (AUP)</a></li>
<li><a href="http://www.agilemodeling.com/essays/agileArchitecture.htm">Agile Architecture: Strategies for Scaling Agile Development</a></li>
<li><a href="http://www.agilemodeling.com/essays/agileModelingRUP.htm">Agile Modeling and the Rational Unified Process (RUP)</a></li>
<li><a href="http://www.enterpriseunifiedprocess.com/essays/enterpriseArchitecture.html">The Enterprise Architecture Discipline: Scaling Agile Software Development</a></li>
<li><a href="http://www.agilealliance.org/show/1135">Making RUP Agile, por Michael Hirsch</a> </li>
<li><a href="http://www.ambysoft.com/books/agileModeling.html">Modelagem Ágil (Agil Modeling), de Scott Ambler</a> </li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Extraindo o Sumo da Arquitetura com o EssentialUP &#8211; Um processo de software orientado por aspectos</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/13/extraindo-o-sumo-da-arquitetura-com-o-essentialup-um-processo-de-software-orientado-por-aspectos/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/13/extraindo-o-sumo-da-arquitetura-com-o-essentialup-um-processo-de-software-orientado-por-aspectos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 15:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[EssentialUP]]></category>
		<category><![CDATA[Essup]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>

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		<description><![CDATA[
A grande maioria dos processos de software traz um forte acoplamento entre disciplinas, atividades, artefatos e papéis. Este desenho torna complexo ou às vezes impossível adotar uma determinada &#8220;prática&#8221; isoladamente. A partir das idéias de &#8220;separação de preocupações&#8221; do paradigma de programação por aspectos, um processo chamado EssentialUP (ou EssUP) foi desenhado como um conjunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2008/11/lemon.jpg"><img class="size-full wp-image-353 aligncenter" title="lemon" src="http://dearchitectura.files.wordpress.com/2008/11/lemon.jpg" alt="lemon" width="320" height="319" /></a></p>
<p>A grande maioria dos processos de software traz um forte acoplamento entre disciplinas, atividades, artefatos e papéis. Este desenho torna complexo ou às vezes impossível adotar uma determinada &#8220;prática&#8221; isoladamente. A partir das idéias de &#8220;separação de preocupações&#8221; do paradigma de programação por aspectos, um processo chamado <a href="http://www.ivarjacobson.com/products/essup.cfm" target="_blank">EssentialUP</a> (ou EssUP) foi desenhado como um conjunto de práticas que podem ser adotadas isoladamente ou em conjunto. O EssentialUP é inspirado no RUP e o seu criador, <a href="http://www.ivarblog.com/" target="_blank">Ivar Jacobson</a>, é um dos pais do processo unificado. Diferentemente no <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/10/30/as-atividades-de-arquitetura-do-processo-unificado/" target="_blank">RUP 7.0</a>, entretanto, a arquitetura de software é endereçada como uma prática. Uma prática é corpo de conhecimento que pode ser adotado isoladamente ou em conjunto com outras práticas. As práticas do EssentialUP são colocadas abaixo e se dividem nas categorias de práticas técnicas e práticas &#8220;Cross-Cutting&#8221;, que são ortogonais a todas as práticas técnicas.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Práticas do EssentialUP" src="http://www.ivarjacobson.com/media/Image/images/essup/essup_summary.jpg" alt="" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Práticas do EssentialUP</p></div>
<p style="text-align:center;">(c) Ivar Jacobson International</p>
<p>Neste post, endereçamos a prática chamada <a href="http://www.ivarjacobson.com/products/essup/essup-practices/architecture-essentials.cfm" target="_blank">Architecture Essentials</a>, que descreve atividades arquiteturais ágeis. Os principais objetivos desta prática são:</p>
<ul>
<li>Estabelecer um alicerce sólido para o desenvolvimento de um produto.</li>
<li>Endereçar e mitigar os riscos técnicos de um projeto.</li>
<li>Compartilhar as principais decisões técnicas sobre a arquitetura.</li>
<li>Verificar se o sistema atende às expectativas dos clientes.</li>
<li>Provar objetivamente se a abordagem arquitetural adotada atende o seu propósito no projeto.</li>
</ul>
<p>As atividades arquiteturais do EssentialUP são resumidas na figura abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Atividades de Arquitetura do Essential UP" src="http://www.ivarjacobson.com/media/Image/images/ae_flow(1).gif" alt="" width="400" height="490" /><p class="wp-caption-text">Atividades de Arquitetura do Essential UP</p></div>
<p style="text-align:center;">(c) Ivar Jacobson International</p>
<p>As atividades de arquitetura, em resumo, vão da captura de requisitos arquiteturais até o teste da arquitetura executável que prova a viabilidade destes requisitos. A atividade de espalhamento dos resultados para a equipe (coaching) é também bastante enfatizada, como pode ser observado na atividade &#8220;Coach Team on Architecture&#8221;.</p>
<p>Os principais resultados (entregáveis deste processo) são colocados abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Produtos de Arquitetura do EssentialUP" src="http://www.ivarjacobson.com/media/Image/images/ae_things(1).gif" alt="" width="400" height="289" /><p class="wp-caption-text">Produtos de Arquitetura do EssentialUP</p></div>
<p style="text-align:center;">(c) Ivar Jacobson International</p>
<p>Notável neste figura é que a arquitetura é documentada através do artefato Descritivo Arquitetural, que guarda a idéia de agilidade do bloco de notas arquitetural do <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/11/09/openup-agilidade-controle-de-riscos-e-disciplina-arquitetural/" target="_blank">OpenUP</a>, para então ser desenhada no Modelo de Desenho e então provada (verificada) através de testes no sistema executável que foi derivado dos protótipos arquiteturas evolutivos.</p>
<p>Infelizmente o EssentialUP não é um processo gratuito como o <a href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/11/09/openup-agilidade-controle-de-riscos-e-disciplina-arquitetural/" target="_blank">OpenUp </a>ou o <a href="http://www.ambysoft.com/unifiedprocess/agileUP.html" target="_blank">AUP</a>, mas ele é mais uma ferramenta das escolas ágeis que renova as excelentes idéias apresentadas no UP ainda nos anos 90.</p>
<p>Informações mais detalhadas podem ser obtidas nos links abaixo:</p>
<ul>
<li>Artigo da Dr. Dobb&#8217;s &#8211; <a href="http://www.ddj.com/architect/196702101?pgno=2" target="_blank">The Essential Unified Process: New Life For the Unified Process.</a></li>
<li>Prática <a href="http://www.ivarjacobson.com/products/essup/agile-experts-view.cfm" target="_blank">&#8220;Architecture Essentials&#8221;</a> do site da Ivar Jacobson International.</li>
</ul>
<p>Nota: Interessante notar que o novo RMC 7.5, que acabou de ser lançado agora adota o conceito de práticas.Mais informações sobre o conceito de práticas e as práticas do RUP/RMC 7.5 estão <a href="http://blog.marcomendes.com/2008/11/15/o-novo-rup-75-processo-colecao-de-praticas/" target="_blank">aqui</a>. <span style="font-family:Garamond;font-size:small;"><span style="font-size:12pt;" lang="PT-BR"> </span></span></p>
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		<item>
		<title>Diretrizes do RUP para Arquitetura de Software</title>
		<link>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/11/diretrizes-do-rup-para-arquitetura-de-software-2/</link>
		<comments>http://blog.arkhi.com.br/2008/11/11/diretrizes-do-rup-para-arquitetura-de-software-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eros Viggiano</dc:creator>
				<category><![CDATA[arquitetura de software]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<category><![CDATA[rup]]></category>
		<category><![CDATA[UP]]></category>

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		<description><![CDATA[
O RUP oferece uma fonte razoável de informações voltadas para a arquitetura de software como fluxo de trabalho (incluindo atividades e tarefas), conceitos, diretrizes, etc. Ao definir o ciclo de vida de desenvolvimento do software, constitui guia fundamental para arquitetos de software. Neste texto, citaremos algumas dessas diretrizes.

Descoberta, Análise e Controle Arquitetural: descreve como realizar descoberta, análise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O RUP oferece uma fonte razoável de informações voltadas para a arquitetura de software como fluxo de trabalho (incluindo <a title="As Atividades de Arquitetura do Processo Unificado da Rational (RUP)" href="http://dearchitectura.wordpress.com/2008/10/30/as-atividades-de-arquitetura-do-processo-unificado/">atividades</a> e tarefas), conceitos, diretrizes, etc. Ao definir o ciclo de vida de desenvolvimento do software, constitui guia fundamental para arquitetos de software. Neste texto, citaremos algumas dessas diretrizes.</p>
<ul>
<li><strong>Descoberta, Análise e Controle Arquitetural</strong>: descreve como realizar descoberta, análise e controle arquitetural com o <a title="RSA" href="http://www.ibm.com/software/awdtools/architect/swarchitect/">Rational Software Architect (RSA)</a>. </li>
<li><strong>Integrando os Aplicativos Legados às Arquiteturas Modernas:</strong> orienta sobre a modernização de sistemas legados e sua integração com novos sistemas.  </li>
<li><strong>Dependência de Manifestação: </strong>orienta como realizar o mapeamento entre elementos de desenho e os  artefatos fisicos de implementacão (DLLs, executáveis e códigos).</li>
<li><strong>Dependência de Importação na Implementação: </strong>orienta a organização das dependências do modelo de implementação.</li>
<li><strong>Diagrama de Componentes: </strong>aponta utilidades de aplicação de um diagrama de componentes na descrição do modelo de implementação.</li>
<li><strong>Análise Arquitetural para os Aplicativos J2EE: </strong>fornece uma noção geral dos mecanimos de design e tecnologias de J2EE.</li>
</ul>
</div>
<p>As seguintes diretrizes indicam técnicas para modelar sistemas J2EE. Relacionam mecanismos de desenho com as tecnologias, bem como seu melhor uso.</p>
<div>
<ul>
<li>Aplicativo J2EE</li>
<li>Projetando o Estado para Aplicativos J2EE</li>
<li>Descrevendo a Distribuição para Aplicativos J2EE</li>
<li>Descrevendo a Arquitetura de Tempo de Execução para Aplicativos J2EE</li>
<li>JMS (Java Messaging Service)</li>
</ul>
<div class="moz-text-html" lang="x-western">A maior parte das diretrizes se refere a J2EE (infelizmente o RUP ainda não contempla informações especializadas para .NET). Apesar da quantidade modesta de diretrizes e estas não apresentarem uma abordagem muito profunda, podem ser um válido ponto de partida para o assunto pesquisado. As diretrizes do RUP para arquitetura de software não são tão abrangentes e úteis quanto para seu fluxo de trabalho.  </p>
<p>Observe que apontamos somente diretrizes diretamente relacionadas com atividades nas quais o arquiteto é o principal responsável.</p>
<p>Para mais informações:</p>
<ul>
<li><a href="http://erosviggiano.com/2008/11/02/diretrizes-do-rup-para-arquitetura-de-software/">Versão mais completa do artigo</a> (nível avançado)</li>
<li><a href="http://www.ibm.com/developerworks/edu/i-dw-r-rsacodereview.html">Exposing design flaws in your code, Part 1: Code review</a></li>
<li><a href="http://www.ibm.com/developerworks/edu/i-dw-r-archdiscover.html">Exposing design flaws in your code: Part 2, Architectural discovery </a></li>
<li><a href="http://www.ibm.com/developerworks/rational/library/dec04/bell/">UML basics: The component diagram</a></li>
</ul>
</div>
</div>
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