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O RUP oferece uma fonte razoável de informações voltadas para a arquitetura de software como fluxo de trabalho (incluindo atividades e tarefas), conceitos, diretrizes, etc. Ao definir o ciclo de vida de desenvolvimento do software, constitui guia fundamental para arquitetos de software. Neste texto, citaremos algumas dessas diretrizes. Descoberta, Análise e Controle Arquitetural: descreve como realizar descoberta, análise [...] Métodos ágeis são, sem dúvida, excelentes paradigmas para o desenvolvimento de software. Eles possuem excelentes premissas tais como: foco na comunicação, geração de valor para os clientes e desenho orientado à mudanças; entre outros. Por outro lado, métodos mais robustos como o RUP trazem uma forte orientação por riscos através da decomposição do processo em [...] Conforme abordamos anteriormente, o OpenUP é uma derivação do Processo Unificado e, assim como este, é centrado na arquitetura de software. Ao mesmo tempo que aplica os princípios do ciclo de vida do RUP, o OpenUP adota uma “filosofia pragmática e ágil que foca no colaboração natural” para o desenvolvimento do software. Em um post anterior, introduzimos a aplicação do QAW (Quality Attribute Workshop), um dos métodos do SEI centrados em arquitetura. Relembrando rapidamente: QAW se destina a sistematizar a identificação de requisitos de qualidade com o engajamento dos stakeholders. O processo unificado e suas derivações (RUP, EUP, AUP e o Open-UP) são dirigidos por arquitetura, i.e., enfatizam fortemente as atividades arquiteturais ao longo de um projeto de TI. Resumo aqui as principais tarefas arquiteturais que devem ser realizadas dentro de um projeto. Coletar Requisitos Suplementares. O RUP enfatiza através de um método chamado FURPS+ criado [...] |
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